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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Onde ficam os carros que não são comprados?


por Deivison Reis

O sonho de comprar um veículo 0 km é comum no Brasil, mas a verdade é que as vendas estão caindo absurdamente ao redor do globo, fazendo surgir verdadeiros “cemitérios automobilísticos” pelo planeta.
 
Desde sempre, a molecada cresce sonhando em chegar logo aos 18 anos e comprar — muitas vezes ganhar do pai ou da mãe — um carro zero. Não tem como fugir disso, é algo que está embutido na cultura popular do país — salvo raras exceções.

Mesmo assim, aqui no Brasil as vendas caíram nos últimos anos, e isso não acontece só aqui: a crise vem devastando as vendas de veículos novos nos quatro cantos do globo. Contudo, as indústrias do ramo não podem parar de fabricá-los, porque elas teriam que fechar suas fábricas e demitir dezenas de milhares de empregados — e isso iria aumentar ainda mais a recessão.

E tem mais: se as fábricas automobilísticas pararem, quem iria empregar essa gente? Como é que iria ficar o mercado do aço? Estas são apenas duas das perguntas que logo vêm à cabeça.

Como resultado disso, a quantidade de carros estocados em pistas e parques de estacionamento ao redor do mundo (verdadeiros “cemitérios automobilísticos”) — em que eles lentamente vão se deteriorando — aumenta a cada semana, fazendo com que os fabricantes tenham que comprar mais e mais hectares de terras para guardar os veículos 0 km que saem da linha de produção.

Conheça alguns desses “cemitérios”, em que as covas não abrigam os restos mortais dos falecidos, mas sim carros 0 km. Não tem Photoshop, e todas as imagens são reais:

Estacionamento em Swindon, Reino Unido


57 mil carros no porto de Baltimore, Maryland, U.S.A.


Pista de testes da Nissan em Sunderland, Reino Unido


Estacionamento na Espanha


Porto de Valência, Espanha


Estrada de St. Petersburg, Rússia


Docas em Avonmouth, Reino Unido


Estacionamento da Citröen em Northamptonshire, Inglaterra


Peugeots no porto de Civitavecchia, Itália


Estacionamento em Sheerness, Reino Unido


Como o número de vendas de carros novos só tem caído, atualmente existem inúmeros desses “cemitérios” espalhados pelo planeta — até pelo Google Earth dá pra conferir. Mesmo assim, a produção de mais e mais veículos não para.

Fonte: CuriosoMundo.com.br
 
 

domingo, 25 de maio de 2014

Ciclistas Alagoanos e a morte

Por Angela Seabra Cheloni


Fácil de acreditar, mas difícil de aceitar é a intimidade entre os ciclistas alagoanos e a morte. Já sofri duas violentas tentativas de assalto, duas quedas provocadas por motoristas desumanos, duas fechadas de motoristas de ônibus da companhia Cidade de Maceió e, agora, uma terrível queda na BR-316 - Rod. Capitão Pedro Teixeira, estrada que liga Satuba ao Tabuleiro em Maceió, num desnível entre o acostamento e a rodagem, onde numa demonstração de incompetência de engenheiros e gestores públicos, a estrada afunila devido a uma ponte.


Eu e meus amigos ciclistas vínhamos trafegando pelo acostamento e no afunilamento da ponte tentei subir para a rodagem, mas o desnível entre o término do acostamento e a rodagem é tão alto que eu me desiquilibrei, cai para o lado da pista, e senti várias rodas passarem muito próximas a minha cabeça e meu braço esquerdo. Meus amigos entraram em pânico, pois os 3 caminhões que passaram não diminuíram a velocidade, o que deveriam ter feito quando viram as luzes das bikes, apenas desviaram, o que salvou minha vida.


Fui socorrida rapidamente pelos meus amigos, que em desespero me arrastaram da pista e, ainda, evitaram que eu me descontrolasse devido a dor no ombro e ao susto e, mais dois motoristas que pararam. Já na emergência do hospital, com ombro imobilizado e medicada me dei conta que poderia ter morrido, mas não por meu descuido ou azar, mas sim, pela incompetência de gestores que constroem estradas, ruas e avenidas, por onde nunca vão circular, feitas para os outros morrerem.



O ciclista alagoano não conhece o verdadeiro direito a mobilidade, se contenta em viver espreitando a morte a cada ultrapassagem de ônibus na faixa azul das Fernandes Lima de Durval de G. Monteiro, se arriscando em ruas e avenidas esburacadas e estreitas, em estradas com acostamentos quase inexistentes que se delimitam com a rodagem através de degraus intransponíveis para bicicletas, estradas sem iluminação e sem sinalização, cada vez mais velozes, conscientes ou não disso, transitam dividindo espaços numa cidade caótica, sujeitos a atropelamentos, assaltos e latrocínios, tentando conviver com a incompetência administrativa por parte dos gestores públicos e responsáveis por obras públicas e a incapacidade de grande parte dos motoristas em respeitar as LEIS e a VIDA.


Muitos ciclistas, sejam eles, esportistas ou trabalhadores, crianças, mães, pais ou adolescentes, perdem a vida, muitos perdem braços ou pernas, perdem a capacidade de se locomover ou pedalar, de ser feliz ao lado de seus amigos e famílias. Na última quinta feira, dia 22 de maio, eu sobrevivi, estava com sorte, pois apesar de estar incapacitada por alguns dias, estou viva e com meus braços e pernas. Ainda tenho vontade de chorar, pois o susto foi muito grande, mas vou voltar a pedalar com meus amigos e tentar, novamente, não ser assassinada por um Estado INCOMPETENTE, ou melhor dizer, INEXISTENTE e uma sociedade em que a pressa justifica a falta compaixão e a incapacidade de respeitar a vida.

 
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Veja também: 
  
 
Resolução do caso de 2010:

"Autos nº 0707692-24.2013.8.02.0001 - SENTENÇA Trata-se do inquérito policial instaurado com fins de apurar o sinistro automobilístico ocorrido no dia 07 de setembro de 2010, na Rodovia BR 104, Km 270, Satuba/AL, que resultou na morte de Walmilson de Oliveira Santana. Instada a se manifestar, a representante do Ministério Público requereu o arquivamento do respectivo inquérito, sem prejuízo do preconizado nos artigos 18 e 28 do CPP, em face da impossibilidade de oferecer denúncia devido à ausência de qualificação do acusado ou de esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo. Sucinto é o relatório. Passo a decidir. Compulsando-se os autos, verifica-se que o presente feito não possui autoria identificada até a presente data, o que resulta na falta de um dos principais requisitos necessários para oferecimento da denúncia, segundo as disposições constantes no art. 41, do Código de Processo Penal. Diante dos elementos colhidos e das eventuais dificuldades de realização de outras diligências para contrastar as provas dos autos em busca da verdade real nos autos, não se demonstra utilidade na manutenção de inquérito policial sobre fato. Pelo exposto, na esteira do parecer ministerial, decido pelo arquivamento do presente inquérito Policial. Intimações e demais providências necessárias. Dê-se baixa na distribuição. Maceió, 01 de agosto de 2013. João Dirceu Soares Moraes Juiz de Direito."

Fonte: JusBrasil
   

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Vende-se o transporte de Maceió: apenas R$ 16,12 por dia/ônibus

 
Tomamos a liberdade de copiar o título da publicação do Portal Mobilize por tratar-se de situação semelhante à que ocorre em Maceió. O serviço de transporte por ônibus de Salvador está em processo de licitação e, assim como em Maceió, pretende-se licitá-lo por 25 anos, tendo como critério de escolha das empresas o “maior valor de outorga”.

Na Audiência Pública realizada em 30/01/2014, para discutir a licitação do transporte coletivo de Maceió, questionamos o critério que se pretende adotar por considerarmos inadequado para escolha das empresas. Além do período de 25 anos ser extenso demais (em razão das modificações que a cidade sofre e do seu Plano Diretor ser revisado a cada 10 anos), o valor de outorga estipulado pela Prefeitura de Maceió (R$ 87 milhões) é insignificante para os cofres públicos. Para se ter uma ideia da dimensão desse valor, apenas em 2013, as empresas que operam o transporte coletivo em Maceió arrecadaram R$ 185 milhões.


O Portal Mobilize publicou um cálculo interessante que foi feito pelo professor e técnico da Prefeitura de Salvador, Francisco Ulisses, onde ele divide o valor de outorga que se pretende arrecadar das empresas concorrentes pelo período da licitação e pela quantidade de ônibus que circulam atualmente. Ele encontrou o valor de R$ 7,36 ao dia/ônibus. Ou seja, de todo o valor que for arrecadado durante um dia por um ônibus em Salvador, R$ 7,36 serão pagos à Prefeitura, o que equivale a menos de três tarifas, que lá custa R$ 2,80.

O estudante de Arquitetura e Urbanismo, Luiz Gustavo, publicou, no grupo do Facebook da Bicicletada de Maceió, os cálculos referentes a Maceió. Acompanhe:

Valor mínimo de outorga = R$ 87.000.000,00
Vigência do contrato = 25 anos
 
R$ 87.000.000 / 25 anos = R$ 3.480.000/ano
R$ 3.480.000 / 12 meses = R$ 290.000/mês
R$ 290.000 / 30 dias = R$ 9.666,67/dia
R$ 9.666,67 / 600 ônibus* = R$ 16,12 por dia/ônibus
*Aproximadamente a atual frota de Maceió.

Portanto, vende-se o transporte de Maceió por apenas R$ 16,12 por dia/ônibus.


Agora, para se ter uma ideia do que representa esse valor, vejamos quanto cada ônibus arrecada por dia. Segundo a SMTT, em 2013, foram transportados, em média, 6,7 milhões de passageiros equivalentes (subtraindo os estudantes e as gratuidades do total transportado). Então, temos:

6,7 milhões pass/mês X R$ 2,30* = R$ 15,4 milhões / mês
R$ 15,4 milhões / 30 dias = R$ 513 mil / dia
R$ 513 mil / 600 ônibus = R$ 855,00 por dia / ônibus
* O valor de R$ 2,50 passou a vigorar a partir de 2014


Portanto, em 2013, cada ônibus que circulou em Maceió arrecadou, em média, R$ 855,00 por dia. Atualizando para o valor da tarifa vigente atualmente (R$ 2,50), encontramos o valor de R$ 930,55. Então, se o transporte coletivo de Maceió for licitado com a tarifa de R$ 2,50, o valor de outorga que as empresas terão de pagar à Prefeitura a cada dia, por cada ônibus, corresponderá a 1,73% de tudo aquilo que o ônibus arrecada. Além do mais, conforme foi dito na audiência, esse valor será pago em quatro anos. Como estamos em meados de 2014, caso a licitação saia daqui para o final do ano, as empresas pagariam esse valor de outorga em 2015, 2016, 2017 e 2018. Depois, até 2039, as cinco gestões que sucederem a atual e a próxima não verão um centavo desse dinheiro, que ficará praticamente todo à disposição da atual gestão (2013/2016) e da seguinte (2017/2020).

É lógico que os 98,27 % restantes não correspondem à lucratividade da empresa. Ela tem que pagar o investimento feito na compra dos ônibus, seus funcionários, combustível dos ônibus, peças, pneus, impostos, etc. Mas mesmo que o valor de outorga seja maior, o fim a que serve a licitação é para encher os cofres da Prefeitura ou para prestar um serviço de qualidade aos usuários?

Sabemos que atualmente o valor da tarifa é inversamente proporcional à qualidade do serviço. Em 17/02/2014, fomos convidados a participar de reunião no Ministério Público de Contas, para que pudéssemos detalhar melhor as propostas que apresentamos no documento que protocolamos, em junho de 2013, no Ministério Público Estadual, e na Audiência Pública realizada em 30/01/2014. Naquela ocasião, falamos das reuniões que temos tido com a Prefeitura de Maceió a fim de discutir sobre a Tarifa Zero.

Mais importante do que definir o valor da tarifa para a licitação é decidir quem vai pagar essa tarifa. Enquanto o serviço de transporte coletivo continuar sendo tratado como uma mercadoria, onde só pagam aqueles que o utilizam, não há como esperar alguma melhoria. Não há como esperar que a classe média e os ricos (que entopem a cidade de carros) passem a utilizar o transporte coletivo enquanto este for sustentado pelos mais pobres. E não há como esperar alguma melhoria do transporte coletivo sustentada em míseros R$ 87 milhões divididos em 25 anos.

Enquanto o edital de licitação é discutido entre a Prefeitura de Maceió, Ministério Público Estadual e Ministério Público de Contas, esperamos que as reuniões que vínhamos tendo com a Prefeitura para tratar da Tarifa Zero possam avançar e que esta nova forma de custear o serviço de transporte coletivo possa compor o edital de licitação. Mas, para isso, precisamos de agilidade. A 5ª reunião que teríamos, que estava marcada para 06/05/2014, não aconteceu e ainda não tem data marcada para acontecer.

Se a Tarifa Zero não for incluída nesse edital que se pretende para os próximos 25 anos, teremos grande dificuldade de incluir após a realização da licitação.

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Leia também:

- Vende-se o transporte de Salvador: apenas R$ 7,36 por dia/ônibus

- Ônibus: quem paga a conta?

- Brasil perderia €6,8 mil milhões por ano se não existisse metrô em São Paulo

 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Ciclofaixa na rua Deputado José Lages

Visão geral da proposta. Fonte: SMTT
 
Na manhã de hoje, fomos convidados a participar de reunião na SMTT, para tratar da possível implantação de ciclofaixa na rua Deputado José Lages, no bairro de Ponta Verde. A reunião teve início por volta das 10 h e estiveram presentes Alexandre Casado e Daniel Moura, participantes da Bicicletada de Maceió, além de Leônidas Calheiros, Andréia Lima e Raimundo Ventura, da SMTT.


Leônidas iniciou a reunião explicando o que motivou o convite. Segundo ele, a SMTT estava prestes a implantar a sinalização horizontal da rua Deputado José Lages. Então, Fernanda Cortez, assessora de transportes urbanos da SMTT, pediu-lhe que desenvolvesse um projeto de sinalização para a via, que incluísse a bicicleta. Além da Dep. José Lages, pretende-se conectar a infraestrutura cicloviária desta rua com a Av. Capitão Marinho Falcão, no Conjunto Santo Eduardo, Av. Comendador Leão, no bairro do Poço, além das avenidas Dona Constança de Góes Monteiro, em Mangabeiras, e Av. João Davino, na Jatiúca.

Leônidas explicou que o projeto será desenvolvido em três etapas: este primeiro diálogo com movimentos e entidades que militam sobre a inclusão da bicicleta na Mobilidade Urbana; Num segundo momento, será desenvolvido um projeto mais detalhado, a partir dos pontos levantados na primeira reunião, e elaborado um orçamento geral da intervenção; Num terceiro momento, a proposta será levada ao superintendente da SMTT para que ele discuta com o prefeito se aceitam encampar a ideia, por depender de uma decisão política, pois a demarcação de espaço destinado à bicicleta diminuirá, inevitavelmente, o espaço que é dominado pelos carros, já que o espaço viário é limitado.

Seção transversal da via incluindo a proposta. Fonte: SMTT

Daniel e Alexandre parabenizaram a iniciativa do órgão e disseram que, havendo infraestrutura ou não, as pessoas continuarão utilizando a bicicleta em seus deslocamentos. Mas, para garantir a segurança daqueles que já utilizam e para estimular outros (que têm medo) a utilizarem, é interessante que haja a infraestrutura, de modo que possa reforçar para o motorista e dar mais visibilidade à presença do ciclista na via.

Alexandre disse entender se tratar de algo novo para a cidade, mas que é preciso começar a fazer. Haverá um período de adaptação dos motoristas e, para isso, são necessárias campanhas educativas da Prefeitura para familiarizá-los com a mudança. Leônidas disse que esse projeto pode gerar uma boa discussão na cidade, pois há inúmeros casos de vias semelhantes que poderiam receber a mesma infraestrutura. Portanto, o sucesso da implantação da ciclofaixa na rua Dep. José Lages pode servir de modelo para outras vias.

Detalhe do ponto de ônibus. Fonte: SMTT
 
Dentre os principais possíveis conflitos discutidos estão: as interseções (os cruzamentos); as conexões com a ciclovia da orla e com a futura ciclofaixa da Av. Capitão Marinho Falcão, nas extremidades da rua Dep. José Lages; os pontos de ônibus; e a definição de qual dos dois lados da via deixará de ter estacionamento permitido.

Alexandre sugeriu que seja aplicada pintura vermelha em toda a extensão da ciclofaixa. Leônidas advertiu que a inclusão desta pintura no orçamento do projeto poderia inviabilizar sua execução, devido ao alto custo. Os presentes concordaram que, entre não ter nada (como é hoje) e ter uma ciclofaixa demarcada apenas pelas linhas brancas contínuas, a segunda opção é mais interessante. Todos concordaram também sobre a necessidade de instalar tachões (olhos de gato) nos trechos onde não for permitida a invasão da ciclofaixa pelos veículos motorizados, bem como tachinhas nas interseções e entradas de garagens.

Referências utilizadas na pesquisa. Fonte: SMTT
  
Leônidas disse que, para embasar a proposta, pesquisou diversos exemplos de implantação de ciclofaixa, tanto do Brasil, como de outros países, avaliando os pontos positivos e negativos de cada opção adotada, para que pudesse definir a proposta que melhor se adequasse à realidade da rua Dep. José Lages.
  

Alexandre enfatizou a necessidade de reforçar a sinalização vertical e horizontal nas interseções, apresentando modelo do manual de sinalização.

Daniel falou sobre a disponibilidade de recursos para execução de infraestrutura cicloviária na cidade. Segundo ele, a vereadora Heloísa Helena (PSOL) enfatizou, diversas vezes, que destinou emenda orçamentária exclusiva para a execução de infraestrutura cicloviária que, antes, estava associada a escadarias e pontilhões e que, atualmente, encontra-se desmembrada. Daniel disse que a assessoria da vereadora Simone Andrade (PTB) também já o procurou para ouvir sugestões para uma proposta de implantação de infraestrutura cicloviária na Av. Comendador Leão, no bairro do Poço, reduto eleitoral desta vereadora. Segundo Daniel, seria interessante se a SMTT marcasse reunião com as representantes do poder legislativo para definir um cronograma de ações da Prefeitura de Maceió, baseado no orçamento disponível, somado às emendas das vereadoras, para que ideias progressistas como essa não sejam escassas, mas bastante frequentes no cronograma de ações do poder executivo.
 
Ao final da reunião, Alexandre parabenizou a iniciativa do órgão, de convidar os ciclistas para dialogar. Alexandre disse que a bicicleta já é uma realidade em Maceió há muito tempo e que acha louvável a iniciativa da Prefeitura de Maceió em fazer algo diferente, em prol da bicicleta.

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Veja também:

- Visita de Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá, à cidade de São Paulo: