Na tarde de hoje, aconteceu a 59ª edição da
Bicicletada de Maceió. Nós nos encontramos no novo local de saída da
Bicicletada: a praia de Ponta Verde, em frente ao Alagoinhas.
Antes da saída, a Diana fez a prometida
distribuição de flaus.
De lá, seguimos em direção ao histórico bairro de
Jaraguá.
Tivemos a participação ilustre do Luís André,
que sempre dizia que iria participar e, finalmente, cumpriu sua promessa.
Fomos até a praça Sinimbu e retornamos pela
orla das praias da Avenida e da Pajuçara.
No retorno ao Alagoinhas, vimos uma placa
deitada no chão, provavelmente derrubada pelos fortes vento e chuva dos últimos
dias. Além do incômodo que a placa derrubada causava a todos os ciclistas que
tentavam usar o espaço que a Prefeitura chama de “ciclovia”, nos levantou a
seguinte questão: O que faz o Governo do Estado gastar dinheiro confeccionando
uma placa com os nomes “Praia de Pajuçara – Praia de Ponta Verde”? Qual era a
serventia dessa placa?
Bem, se não era para dizer o óbvio, pelo menos
para alguma coisa a placa serviu. O artesão uruguaio Edgar Ícaro a utilizou
como assento enquanto nos mostrava um pouco de seu trabalho e nos falava sobre
sua impressionante filosofia de vida. Voltamos para casa bastante satisfeitos
com tudo que escutamos.
3 comentários:
Em que pese a pouca quantidade de participantes nas últimas edições, a Bicicletada nunca deixará de ser uma experiência renovadora, pois trata-se de um momento em que podemos vivenciar a cidade, e, consequentemente, ter contato humano!
É sempre uma forma divertida e tranquila de quebrar a nossa rotina de isolamento urbano/social.
O trabalho dele é lindo e a forma como ele enxerga o mundo e as pessoas também. Esse cara vivencia plenamente a liberdade no seu cotidiano. E LIBERDADE é uma palavra que tem tudo a ver com BICICLETA. Por isso, a bicicletada deste mês não poderia ter terminado de maneira mais apropriada... um bate-papo com essa figura incrível, q nos rendeu muita reflexão sobre o que é, de fato, ser livre :)
Voltei pra casa muito feliz por ter conhecido e aproveitado um pouco do conhecimento de vida proporcionado pelo artesão Edgar Ícarus. Foi realmente impressionante o show de humanidade distribuída por esse grande homem, que apesar de não ter um real no bolso, é livre, já viveu em diversos países e fala 14 línguas. A Bicicletada de abril acabou com chave de ouro.
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